dou-lhe este nome porque sob este nome escreverei, nesta teia da rede, as letras da minha condição de aprendiz
quarta-feira, 5 de março de 2014
quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014
quinta-feira, 30 de janeiro de 2014
terça-feira, 14 de janeiro de 2014
quinta-feira, 2 de janeiro de 2014
bom ano 2014
nova experiência... o desafio de utilizar esta nova aprendizagem e ferramenta ao serviço da minha escola e biblioteca, nos desejos de um bom 2014!
sábado, 14 de dezembro de 2013
Glogster EDU
Glogster EDU
Visitei
pela primeira vez o site Glogster que deu origem ao Glogster EDU e reconheço
que este sistema de gestão de aprendizagem é uma ferramenta interessante para
uso do ensino. Existe na versão gratuita e em versão paga (três níveis de EDU a pagar) com
uma série de funcionalidades que o gratuito não tem.
Contudo
a versão básica é bastante completa, dirigida a escolas do ensino Básico e
Secundário.
Permite
que o professor e alunos desenvolvam projetos interescolas, gerir uma aula
virtual de determinada área do saber, avaliar trabalho e interagir numa plataforma
segura e onde podem ser criados recursos e disponibilizados conteúdos privados,
que só serão partilhados com outros ou tornados públicos por conivência
expressa do professor.
Quando
fazemos o login acedemos a campos de trabalho: Glogs para criação de
documentos; Classes para constituição de classes ou turmas de nível; Students
que permite adicionar ao grupo de classes e turmas os alunos; Projects para
criação de projetos com os alunos ou outras escolas; Portfolios que permite,
após adicionar alunos, gerir trabalhos em sistema de portfólio; Presentations
que permite submeter Glogs criados e Messages que funciona como email.
Existe
ainda uma biblioteca “Glogpedia library” com documentos de diferentes áreas,
com acesso livre, nomeadamente da História, bem organizados conceptualmente.
O
objetivo em apoiar professores e alunos no processo ensino-aprendizagem a
fornecer experiências educativas dinâmicas e interativas através do proveito dos
benefícios da Internet e aplicações multimédia parece-me bem conseguido neste sistema
de gestão de aprendizagem.
sexta-feira, 13 de dezembro de 2013
Documento de História . O processo de hominização
slideshare utilizado para apresentação online do documento elaborado em PowerPoint sobre o tema de História: As primeiras sociedades recolectoras - o processo de hominização.
quarta-feira, 4 de dezembro de 2013
segunda-feira, 2 de dezembro de 2013
segunda-feira, 18 de novembro de 2013
Prática: VoiceThread
acesso ao meu primeiro VoiceThread
Partilho a minha primeira experiência VoiceThread. É uma ferramenta para apresentações digitais, permitindo a combinação de voz,
imagens e textos. Permite comentários e, de acordo com a exploração das funcionalidades
desta ferramenta, alarga a discussão a grupos integrados num mesmo ambiente
virtual, permite comentar as apresentações publicadas no site, reforça a comunicação assíncrona das comunidades virtuais.
Ainda que me pareça um ambiente de trabalho fácil e interessante,
demorei horas a conseguir o que aqui divulgo. Provavelmente a prática tornar-me-á mais ágil e ganharei tempo na criação de voicethread. Nada como a experiência e o treino.
PhotoStory em versão mais completa selecionado [carregado] do ficheiro do computador
PhotoStory em versão selecionada da conta YouTube
Este foi o meu primeiro PhotoStory, experiência muito pequenina e curtinha... para começar
vídeo comemorativo dos 25 anos da minha escola esARS, esta escola que fiz minha!
PhotoStory em versão mais completa selecionado [carregado] do ficheiro do computador
Este foi o meu primeiro PhotoStory, experiência muito pequenina e curtinha... para começar
vídeo comemorativo dos 25 anos da minha escola esARS, esta escola que fiz minha!
domingo, 17 de novembro de 2013
BE no contexto da web 2.0
Quais os desafios que se colocam à Biblioteca Escolar no contexto da web
2.0?
Que passos poderiam dar as nossas
bibliotecas escolares (tendo em conta a realidade da escola) para se
aproximarem de um modelo de Biblioteca 2.0?
Para cumprir
esta tarefa, depois das leituras propostas, passei parte desta semana a aceder
a muita informação e recursos sobre a Web e à natureza mutável do ensino.
Confirmei,
sobretudo, que compreender, valorizar, seguir tudo o que acontece no mundo
online exige mais energia e atenção do que qualquer um de nós pode alguma vez
ter.
Senti que
me estava a afogar num oceano infindável de informação e de recursos incríveis
e indiscriminados ao serviço da educação, ainda que sempre tenha reconhecido a
importância de um novo paradigma de ensino-aprendizagem e tenha muito interesse
pela exploração das possibilidades pedagógicas das novas tecnologias da
informação e da comunicação. A reinvenção e o reconhecimento que a aprendizagem
e o conhecimento em Rede obrigam à mudança de papéis dos educadores é um facto.
O Manual de Ferramentas da web 2.0 para
professores (Carvalho, 2008) aponta para a
necessidade prática da Educação/Ensino 2.0 se tornar uma realidade, e no caso particular
da biblioteca da escola, essencial para a sobrevivência e afirmação junto da sua
comunidade educativa.
Apesar
das teorias utilizadas tradicionalmente na criação de ambientes de aprendizagem
continuarem a responder às práticas da educação, atualmente, os desafios
introduzidos pelas tecnologias obrigam a alterações, tanto na vida como nos
hábitos e aprendizagens de cada um de nós.
De,
facto, o que ressalta desta questão proposta pelas formadoras é que o conceito
de Biblioteca e de professor bibliotecário está sujeito a profundas alterações
e não apenas respeitantes ao uso ou à habilidade demonstrada no uso das
tecnologias. Refere-se essencialmente à nova atitude, ao novo estímulo essencial
para a formação de comunidades de leitores da biblioteca, para troca de
informação e desenvolvimento de novos serviços de informação.
Os
princípios da Biblioteca 2.0 atuam com base no fundamento que a biblioteca é um
serviço comunitário que reconhece que as comunidades se transformam e que,
ainda que se modifique em função disso, o objetivo fundamental é permitir aos
utilizadores a interatividade provocadora de modificações na sua própria aprendizagem
e nesse espaço que é a biblioteca.
Confirmam-se,
neste sentido, algumas tendências importantes da aprendizagem como: 1) um
processo informal; 2) um processo contínuo (ao longo da vida); 3) um processo
suportado por tecnologia que deve reflectir, nos contextos de aprendizagem, o
ambiente social.
Pelo modo
como o conhecimento evolui - e pela rapidez com que se desatualiza - surgem
algumas questões que devem ser exploradas em
relação às teorias da aprendizagem e do impacto da tecnologia e das novas
ciências (caos e redes) na aprendizagem.
Baseado na aquisição de ‘skills’ (capacidades ou habilidades) a
Biblioteca 2.0 combina princípios que mostram que a organização do conhecimento
assenta na diversidade - de opiniões, instrumentos, áreas e conexões entre os
mesmos – e na tomada de decisão – distinguir o que é importante para si daquilo
que não é num determinado momento e reconhecer que por vezes ‘o que parece ser
não é’. O indivíduo é o ponto de partida e surge como referência de alimentação
da rede através das conexões estabelecidas.
Utilizar e saber utilizar o fluxo infinito da informação
disponível e alimentar esse fluxo para o futuro parecem ser os fundamentos da
Biblioteca 2.0 que ‘fornece insights sobre a aprendizagem de competências e
tarefas necessárias para que os alunos florescerem na era digital’ (Siemens,
2008).
Daí a
importância de, entre outros passos a dar pela Biblioteca, aceder e
disponibilizar repositórios de recursos digitais, recursos que funcionem como
verdadeiras ferramentas que podem ser exploradas para analisar, seleccionar e
transmitir o que é mais relevante e que merece a nossa atenção.
As potencialidades e oportunidades da Biblioteca 2.0, as
ferramentas sociais e colaborativas da web 2.0, são imensas na criação de novos espaços de
leitura, de escrita e formação, mas depende de uma formação, organização e
gestão de condições de recursos humanos que a biblioteca nem sempre têm.
As potencialidades do dinanismo interativo da web 2.0 /
Biblioteca 2.0, e a necessária exigência de empenho e disponibilidade esbarram
em aspectos de funcionamento das escolas e que se traduzem no respeito do
principio de a biblioteca ser um espaço aberto a tempo inteiro ao serviço dos
utilizadores e das fracas condições que as escolas têm que, por exemplo, não
permitem a formação permanente de uma equipa da biblioteca escolar. Ainda que
se procure a todo o custo cumprir as formalidades e as orientações RBE, as
condições reais da escola não permitem a consolidação de estratégias de
trabalho e de funcionamento como as propostas para a biblioteca 2.0 onde surge
como alternativa ao processo da aprendizagem e abre um espaço cultural sem
fronteiras de espaço e tempo.
Carvalho, A.A.A. (2008). Manual de Ferramentas da web 2.0 para professores. Direcção-Geral da Inovação e Desenvolvimento Curricular. Portugal
Siemens, G. (2008). Learning and knowing in networks: Changing roles for educators and designers. [Online]. Retirado de endereço eletrónico: http://www.ingedewaard.net/papers/connectivism/2008_siemens_Learning_Knowing_in_Networks_changingRolesForEducatorsAndDesigners.pdf
Siemens, G. (2008). Learning and knowing in networks: Changing roles for educators and designers. [Online]. Retirado de endereço eletrónico: http://www.ingedewaard.net/papers/connectivism/2008_siemens_Learning_Knowing_in_Networks_changingRolesForEducatorsAndDesigners.pdf
Artigo de A.D.Madden (2011). Why is so much information uninformative?
[…] Consequentemente, o significado científico da informação está, muitas vezes, em desacordo com os seus significados mais gerais, sendo agora claramente possível receber tal abundância de informação, muitas das quais é pouco informativa. (Madden, 2011)
Uma pesquisa que considero muito interessante sobre informação e por isso partilho a versão publicada em:
CILIP Update White Rose Research Online URL for this paper http://eprints.whiterose.ac.uk/43285/
Madden, A.D. (2011) Why is so much information uninformative? CILIP Update, 10 (7). pp. 32-33.
Universities of Leeds, Sheffield and York Published paper
Uma pesquisa que considero muito interessante sobre informação e por isso partilho a versão publicada em:
CILIP Update White Rose Research Online URL for this paper http://eprints.whiterose.ac.uk/43285/
Madden, A.D. (2011) Why is so much information uninformative? CILIP Update, 10 (7). pp. 32-33.
Universities of Leeds, Sheffield and York Published paper
Prática youtube "a biblioteca"
a biblioteca esARS . documento que serve de motivação para a sessão de sensibilização à biblioteca da minha escola
sexta-feira, 8 de novembro de 2013
antes de começar...
A rede de pessoas de dimensão gigantesca era inimaginável há alguns anos.
O aparecimento da web introduz novos significados e novos conceitos de e-trabalho, e-lazer, e-aprendizagem, e-biblioteca, e-acervo, e-livro, e-professor, e-bibliotecário, e-aluno... novas posturas e atitudes que provocarão, necessariamente, mudanças mais ricas na comunidade virtual da e-library/e-school/e-comunidade/e-conhecimento.
Não há nada a fazer... depois de uma longa e bem-aventurada ignorância, converti-me e deixo-me levar por este maravilhoso mundo novo carregado de virtual(idades).
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