sábado, 14 de dezembro de 2013

Glogster EDU


Glogster EDU

Visitei pela primeira vez o site Glogster que deu origem ao Glogster EDU e reconheço que este sistema de gestão de aprendizagem é uma ferramenta interessante para uso do ensino. Existe na versão gratuita e em versão paga (três níveis de EDU a pagar) com uma série de funcionalidades que o gratuito não tem.

Contudo a versão básica é bastante completa, dirigida a escolas do ensino Básico e Secundário.

Permite que o professor e alunos desenvolvam projetos interescolas, gerir uma aula virtual de determinada área do saber, avaliar trabalho e interagir numa plataforma segura e onde podem ser criados recursos e disponibilizados conteúdos privados, que só serão partilhados com outros ou tornados públicos por conivência expressa do professor.

Quando fazemos o login acedemos a campos de trabalho: Glogs para criação de documentos; Classes para constituição de classes ou turmas de nível; Students que permite adicionar ao grupo de classes e turmas os alunos; Projects para criação de projetos com os alunos ou outras escolas; Portfolios que permite, após adicionar alunos, gerir trabalhos em sistema de portfólio; Presentations que permite submeter Glogs criados e Messages que funciona como email.

Existe ainda uma biblioteca “Glogpedia library” com documentos de diferentes áreas, com acesso livre, nomeadamente da História, bem organizados conceptualmente.

O objetivo em apoiar professores e alunos no processo ensino-aprendizagem a fornecer experiências educativas dinâmicas e interativas através do proveito dos benefícios da Internet e aplicações multimédia parece-me bem conseguido neste sistema de gestão de aprendizagem.

sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

segunda-feira, 18 de novembro de 2013

Prática: VoiceThread

acesso ao meu primeiro VoiceThread
Partilho a minha primeira experiência  VoiceThread. É uma ferramenta para apresentações digitais, permitindo a combinação de voz, imagens e textos. Permite comentários e, de acordo com a exploração das funcionalidades desta ferramenta, alarga a discussão a grupos integrados num mesmo ambiente virtual, permite comentar as apresentações publicadas no site, reforça a comunicação assíncrona das comunidades virtuais.
Ainda que me pareça um ambiente de trabalho fácil e interessante, demorei horas a conseguir o que aqui divulgo. Provavelmente a prática tornar-me-á mais ágil e ganharei tempo na criação de voicethread. Nada como a experiência e o treino.

 

PhotoStory em versão mais completa selecionado [carregado] do ficheiro do computador

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PhotoStory em versão selecionada da conta YouTube




Este foi o meu primeiro PhotoStory, experiência muito pequenina e curtinha... para começar
 
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vídeo comemorativo dos 25 anos da minha escola esARS, esta escola que fiz minha!
 

domingo, 17 de novembro de 2013

BE no contexto da web 2.0

Quais os desafios que se colocam à Biblioteca Escolar no contexto da web 2.0?
Que passos poderiam dar as nossas bibliotecas escolares (tendo em conta a realidade da escola) para se aproximarem de um modelo de Biblioteca 2.0?
Para cumprir esta tarefa, depois das leituras propostas, passei parte desta semana a aceder a muita informação e recursos sobre a Web e à natureza mutável do ensino.

Confirmei, sobretudo, que compreender, valorizar, seguir tudo o que acontece no mundo online exige mais energia e atenção do que qualquer um de nós pode alguma vez ter.

Senti que me estava a afogar num oceano infindável de informação e de recursos incríveis e indiscriminados ao serviço da educação, ainda que sempre tenha reconhecido a importância de um novo paradigma de ensino-aprendizagem e tenha muito interesse pela exploração das possibilidades pedagógicas das novas tecnologias da informação e da comunicação. A reinvenção e o reconhecimento que a aprendizagem e o conhecimento em Rede obrigam à mudança de papéis dos educadores é um facto.

O Manual de Ferramentas da web 2.0 para professores (Carvalho, 2008) aponta para a necessidade prática da Educação/Ensino 2.0 se tornar uma realidade, e no caso particular da biblioteca da escola, essencial para a sobrevivência e afirmação junto da sua comunidade educativa.

Apesar das teorias utilizadas tradicionalmente na criação de ambientes de aprendizagem continuarem a responder às práticas da educação, atualmente, os desafios introduzidos pelas tecnologias obrigam a alterações, tanto na vida como nos hábitos e aprendizagens de cada um de nós.

De, facto, o que ressalta desta questão proposta pelas formadoras é que o conceito de Biblioteca e de professor bibliotecário está sujeito a profundas alterações e não apenas respeitantes ao uso ou à habilidade demonstrada no uso das tecnologias. Refere-se essencialmente à nova atitude, ao novo estímulo essencial para a formação de comunidades de leitores da biblioteca, para troca de informação e desenvolvimento de novos serviços de informação.

Os princípios da Biblioteca 2.0 atuam com base no fundamento que a biblioteca é um serviço comunitário que reconhece que as comunidades se transformam e que, ainda que se modifique em função disso, o objetivo fundamental é permitir aos utilizadores a interatividade provocadora de modificações na sua própria aprendizagem e nesse espaço que é a biblioteca.

Confirmam-se, neste sentido, algumas tendências importantes da aprendizagem como: 1) um processo informal; 2) um processo contínuo (ao longo da vida); 3) um processo suportado por tecnologia que deve reflectir, nos contextos de aprendizagem, o ambiente social.

Pelo modo como o conhecimento evolui - e pela rapidez com que se desatualiza - surgem algumas questões que devem ser exploradas em relação às teorias da aprendizagem e do impacto da tecnologia e das novas ciências (caos e redes) na aprendizagem.

Baseado na aquisição de ‘skills’ (capacidades ou habilidades) a Biblioteca 2.0 combina princípios que mostram que a organização do conhecimento assenta na diversidade - de opiniões, instrumentos, áreas e conexões entre os mesmos – e na tomada de decisão – distinguir o que é importante para si daquilo que não é num determinado momento e reconhecer que por vezes ‘o que parece ser não é’. O indivíduo é o ponto de partida e surge como referência de alimentação da rede através das conexões estabelecidas.

Utilizar e saber utilizar o fluxo infinito da informação disponível e alimentar esse fluxo para o futuro parecem ser os fundamentos da Biblioteca 2.0 que ‘fornece insights sobre a aprendizagem de competências e tarefas necessárias para que os alunos florescerem na era digital’ (Siemens, 2008).

Daí a importância de, entre outros passos a dar pela Biblioteca, aceder e disponibilizar repositórios de recursos digitais, recursos que funcionem como verdadeiras ferramentas que podem ser exploradas para analisar, seleccionar e transmitir o que é mais relevante e que merece a nossa atenção.

As potencialidades e oportunidades da Biblioteca 2.0, as ferramentas sociais e colaborativas da web 2.0,  são imensas na criação de novos espaços de leitura, de escrita e formação, mas depende de uma formação, organização e gestão de condições de recursos humanos que a biblioteca nem sempre têm.

As potencialidades do dinanismo interativo da web 2.0 / Biblioteca 2.0, e a necessária exigência de empenho e disponibilidade esbarram em aspectos de funcionamento das escolas e que se traduzem no respeito do principio de a biblioteca ser um espaço aberto a tempo inteiro ao serviço dos utilizadores e das fracas condições que as escolas têm que, por exemplo, não permitem a formação permanente de uma equipa da biblioteca escolar. Ainda que se procure a todo o custo cumprir as formalidades e as orientações RBE, as condições reais da escola não permitem a consolidação de estratégias de trabalho e de funcionamento como as propostas para a biblioteca 2.0 onde surge como alternativa ao processo da aprendizagem e abre um espaço cultural sem fronteiras de espaço e tempo.

Carvalho, A.A.A. (2008). Manual de Ferramentas da web 2.0 para professores. Direcção-Geral da Inovação e Desenvolvimento Curricular. Portugal

Siemens, G. (2008). Learning and knowing in networks: Changing roles for educators and designers. [Online]. Retirado de endereço eletrónico: http://www.ingedewaard.net/papers/connectivism/2008_siemens_Learning_Knowing_in_Networks_changingRolesForEducatorsAndDesigners.pdf

Artigo de A.D.Madden (2011). Why is so much information uninformative?

[…] Consequentemente, o significado científico da informação está, muitas vezes, em desacordo com os seus significados mais gerais, sendo agora claramente possível receber tal abundância de informação, muitas das quais é pouco informativa. (Madden, 2011)

Uma pesquisa que considero muito interessante sobre informação e por isso partilho a versão publicada em:
 CILIP Update White Rose Research Online URL for this paper  http://eprints.whiterose.ac.uk/43285/
 Madden, A.D. (2011) Why is so much information uninformative? CILIP Update, 10 (7). pp. 32-33.
Universities of Leeds, Sheffield and York Published paper

Prática youtube "a biblioteca"

a biblioteca esARS . documento que serve de motivação para a sessão de sensibilização à biblioteca da minha escola

sexta-feira, 8 de novembro de 2013

antes de começar...

A rede de pessoas de dimensão gigantesca era inimaginável há alguns anos.
O aparecimento da  web introduz novos significados e novos conceitos de e-trabalho, e-lazer, e-aprendizagem, e-biblioteca, e-acervo, e-livro, e-professor, e-bibliotecário, e-aluno... novas posturas e atitudes que provocarão, necessariamente, mudanças mais ricas na comunidade virtual da e-library/e-school/e-comunidade/e-conhecimento.
 
Não há nada a fazer... depois de uma longa e bem-aventurada ignorância, converti-me e deixo-me levar por este maravilhoso mundo novo carregado de virtual(idades).